Quem quer privatizar as praias?

Vários autarcas e movimentos denunciam o que consideram ser uma tentativa de privatização da costa, em violação do que está consagrado na legislação. Há cada vez mais privados a condicionar o acesso a praias ou até a reclamarem a propriedade exclusiva destes espaços. Num braço de ferro entre o público e o privado, é o direito de todos à praia que está em risco.

“Enquanto não houver estrondo, os pobres vão continuar a levar.”

José António Pinto, mais conhecido por “Chalana” é sociólogo e assistente social na Junta de Freguesia de Campanhã, no Porto. Tem sido, nas últimas décadas, uma das vozes mais consistentes a analisar a questão da pobreza e formas de intervir em territórios onde a exclusão social cíclica continua sem a resposta política adequada. Com a chegada da nova Prestação Social Única (PSU), aprovada pelo PSD/CDS-PP e PS, prevê-se um agravamento das condições de vida das pessoas mais vulneráveis.

‘Manif’ por Odair Moniz: “A justiça não foi feita”

O movimento Vida Justa levou para a rua ativistas, moradores de bairros periféricos e outros cidadãos que contestam a pena suspensa aplicada ao agente da PSP condenado pela morte de Odair Moniz.

Em defesa da Constituição da República Portuguesa

Por iniciativa da direita, mas só possível com a cobertura do PS, está aberto um novo processo de revisão constitucional. Nos projetos de revisão apresentados por PSD, Chega e IL, estão bem patentes os seus objetivos e propósitos reacionários e antidemocráticos, pretendendo desvirtuar o seu conteúdo progressista e afastar os direitos nela consagrados.  Fez mal … Continue reading Em defesa da Constituição da República Portuguesa

Augusto Flôr homenageado

Augusto Máximo Flor, antropólogo, investigador e ex-presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura Recreio e Desporto foi distinguido com o prémio “Carreira”, na cerimónia solene da entrega dos Prémios Cooperação e Solidariedade António Sérgio, que decorreu dia 4 de fevereiro no Salão d’A Voz do Operário.

O voo picado de uma TAP privatizada

“A TAP sem capital do Estado não existirá” e, quem defende o fim da TAP, deve, na opinião do dirigente do SITAVA, José Sousa, “assumir essas consequências políticas, sociais e económicas”.

Internacional

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