Várias organizações contestam decisão do Tribunal Constitucional

Decisão polémica do Tribunal Constitucional, ainda por confirmar em plenário, indigna várias organizações, que entendem que legalizar o proxenetismo é um ataque ao direito à dignidade da pessoa humana.

Clã: “Fazer-se esta celebração na rua é um belo sinal para os dias de hoje”

Na alvorada de uma pandemia editaram Véspera, o seu mais recente registo de originais. Foram espreitando os palcos sempre que possível e agora continuam a sua volta, pisando também a festa de Rua dos 140 anos d’A Voz do Operário. Foi nesse mesmo dia que falámos com os Clã, sobre estes tempos, a sua participação neste dia, sobre criação, produção musical e encontros.

Os milagres de Santo António, o Operário!

Como três costureirinhas rapidamente viram modistas de alta-costura, uma secretária de direção vira sargento, transformando um batalhão desordenado de petizes, numa equipa de marchantes ritmados e afinados e tudo isto em regime de voluntariado. Só mesmo por milagre.

Milhares na festa de rua d’A Voz do Operário

Foram precisos vários meses de preparação para que a Alameda amanheça, assim, vestida de Voz do Operário. Foi um momento único para celebrar os 140 anos do nascimento de uma das mais importantes instituições das regiões de Lisboa e Setúbal. Como uma montra, em cima do extenso verde, dezenas de espaços reproduzem aquilo que é A Voz do Operário, com atividades dinamizadas pelos trabalhadores e sócios, em coletivo, que trazem famílias e muita gente que toma contacto, pela primeira vez, com a instituição.

“Com a luta organizada é possível alcançar a vitória”

Durante 54 dias e 54 noites, os trabalhadores dos bares dos comboios da CP mantiveram-se acampados em frente às estações de Santa Apolónia, em Lisboa, e de Campanhã, no Porto, para defender os postos de trabalho e exigir o pagamento dos salários em atraso.

Guerra no Sudão sem fim à vista

A guerra no Sudão continua, apesar das tréguas negociadas com a mediação de potências estrangeiras e em grande parte violadas. O conflito, que deflagrou a 15 de abril e em finais de maio não dava sinais de abrandar, opõe as forças armadas regulares ao corpo de milícias de intervenção rápida, umas e outras chefiadas por generais ex-aliados no seio da junta militar golpista que dirige o país. Violentos combates, na área de Cartum e em outras regiões, em especial o Darfur, incluem a utilização de aviação, blindados e artilharia pesada. São noticiados assaltos a embaixadas e hospitais, pilhagens e raptos. Regista-se um número elevado de mortos e feridos, havendo centenas de milhares de deslocados no Sudão e de refugiados em países vizinhos.

Internacional

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