O negócio que não serve o jornalismo

O Congresso dos Jornalistas concluiu que o jornalismo nacional vive em “estado de emergência”. A nova administração do Global Media deixou de pagar salários e anunciou mais uma onda de despedimentos coletivos nas redações dos órgãos de comunicação do grupo. Nada que outras redações já não tenham experimentado. Para onde caminha, afinal, o jornalismo?

Siza Vieira: “Participação e diálogo são favoráveis à qualidade da arquitetura”

É no seu atelier, no Porto, que Álvaro Siza Vieira desfia a memória numa geografia espessa de ideias. Aos 90 anos, o seu nome emerge como um das grandes figuras da história da arquitetura portuguesa. No ano dos 50 anos do 25 de Abril, A Voz do Operário tomou a decisão de homenagear o arquiteto tornando-o sócio honorário da instituição. Na despedida, vários cigarros depois, graceja: “Eu também gosto muito d’A Voz do Operário porque foi fundada por operários tabaqueiros”.

Academia de Amadores de Música em risco de fechar atividade após aumento da renda

A Academia de Amadores de Música (AAM), fundada em 1884 pelo Rei D. Luís I e sediada na Rua Nova da Trindade, no Chiado, desde 1957, casa-mãe de Fernando Lopes-Graça, terá de abandonar as instalações até Agosto de 2025, após acordo com o senhorio.

Privatização da ANA Aeroportos: um assalto em curso

O relatório da Auditoria do Tribunal de Contas (TC) à privatização da ANA é um bom exemplo do Estado a que – verdadeiramente – chegou este país.

O direito à habitação – Conquista da revolução de Abril

No ano em que se comemora o 50º aniversário do 25 de Abril de 1974, imperioso se torna reflectir sobre este tema, este direito social, tão claramente garantido na Constituição da República Portuguesa (CRP) de 1976, nascida da Revolução de Abril. No n.º1 do artigo 65º, pode ler-se: (1.) Todos têm direito, para si e para … Continue reading O direito à habitação – Conquista da revolução de Abril

A solidariedade Houthi e o apoio ocidental ao genocídio israelita dos palestinos

Desde o dia 7 de Outubro Israel já matou, pelo menos, 32.200 pessoas se tivermos em conta as pessoas que se encontram debaixo dos escombros, 12 mil dos quais crianças. Ou seja, 1 criança palestiniana é morta a cada 15 minutos. Mais de 60 mil pessoas ficaram feridas e/ou estropiadas.