Ao lado de 158 organizações subscritoras, entre as quais se encontrava A Voz do Operário, a CGTP-IN, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente e a associação juvenil Projeto Ruído encabeçaram a manifestação que promoveram durante meses com protestos e iniciativas desde setembro.
De acordo com os promotores, o objetivo foi manifestar a solidariedade com o “heróico povo palestiniano e exigir o cumprimento dos seus direitos nacionais”. Para estas organizações, o que acontece na Palestina é um genocídio e Israel continua a ocupar e a levar a cabo crimes enquanto viola o cessar fogo acordado.
“Nem o plano Trump, nem a resolução do Conselho de Segurança da ONU garantem a constituição do Estado da Palestina livre e independente conforme consagram inúmeras resoluções das Nações Unidas”, sublinharam os organizadores do protesto. Entre as reivindicações estava precisamente o fim do genocídio, o acesso irrestrito da ajuda humanitária sob a coordenação das Nações Unidas, o cessar-fogo real, imediato e permanente, o fim da agressão israelita a outros países da região, a suspensão do acordo de associação entre a União Europeia e Israel e a criação do Estado da Palestina, assim como o cumprimento do direito ao retorno dos refugiados palestinianos, como determina o direito internacional.
