Em Conselho de Ministros, foi aprovada uma alteração legislativa que pôs termo à discriminação aos trabalhadores da Administração Pública integrados no regime de proteção social convergente (CGA), em caso de assistência a filhos, passando a ter direito ao subsídio num valor que aumentou de 65 para 100 por cento da remuneração de referência.
“Não há solução que possa ser construída sem os trabalhadores e as sua estruturas”, sublinhou a Frente Comum de Sindicatos, que tinha expressado o seu protesto pela manutenção da discriminação, apesar dos avisos feitos ao governo desde Setembro.
A CGTP-IN saudou esta correcção, “fruto da exigência persistente e fundamentada” do movimento sindical unitário, e alertou para a necessidade de “uma melhoria alargada na protecção da parentalidade”.