Antes do espetáculo, Cristina Branco revelou a importância de cantar “Zeca” e assumiu que é uma “mais valia” para o seu repertório e para a sua vida enquanto cantora. “O dia de hoje, com os meninos, acresce em muito, porque é trazer também a comunidade para dentro do nosso concerto, trazer crianças, trazer sangue novo para dentro deste concerto, para dentro da música do Zeca e mostrar às pessoas que há novas gerações, mais uma vez, a cantar Zeca e a trazer uma mensagem que é muito importante para a comunidade”, descreveu. Para conseguir este concerto, a cantora diz que foi “muito fácil” ensaiar com as crianças d’A Voz do Operário, uma vez que sabem as canções “perfeitamente”. “Ouviram-me cantá-las e cantam exatamente como eu canto, portanto, foi super, super fácil”. Cristina Branco referiu ainda que é um espaço com “muito significado” e “muito bonito”, onde “devia haver muito mais concertos que deviam fazer parte da programação desta cidade”.
Inês Melo, professora d’A Voz do Operário e ensaiadora do coro infantil, destaca a importância de levar estas músicas às crianças pela mensagem que comportam. “É importante que as crianças saibam que é preciso continuar a cantá-las e a passar a sua mensagem”, afirmou. Nesse sentido, considerou ainda que é uma “experiência incrível” a ser vivida em palco “com músicos também incríveis”. Como tal, revelou que os ensaios correram “bastante bem” e que os alunos estavam “muito entusiasmados”.
Por sua vez, Manuel Figueiredo, presidente d’A Voz do Operário, destacou que esta iniciativa se enquadra “num quadro de programação cultural que a instituição tem, em que, anualmente, se pretende realizar uma iniciativa que envolva não só alguém do exterior, como também as nossas crianças dentro da sua atividade letiva”. Neste caso, sublinhou a importância deste concerto se enquadrar nos 50 anos da Constituição da República Portuguesa.
