{"id":9116,"date":"2025-06-03T09:27:10","date_gmt":"2025-06-03T09:27:10","guid":{"rendered":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/?p=9116"},"modified":"2025-07-02T21:25:05","modified_gmt":"2025-07-02T21:25:05","slug":"a-voz-do-operario-leva-a-paz-a-avenida-da-liberdade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/2025\/06\/03\/a-voz-do-operario-leva-a-paz-a-avenida-da-liberdade\/","title":{"rendered":"A Voz do Oper\u00e1rio leva a\u00a0paz \u00e0 Avenida da Liberdade"},"content":{"rendered":"\n<p>Durante v\u00e1rios meses, a ensaiadora Sofia Cruz e muitos volunt\u00e1rios prepararam meia centena de crian\u00e7as para levar a alegria d\u2019A Voz do Oper\u00e1rio \u00e0s Marchas Populares. Muitos participam pela primeira vez. Entre as meninas e os meninos, tamb\u00e9m v\u00e3o desfilar tr\u00eas g\u00e9meos ingleses, uma crian\u00e7a moldava, um ucraniano e um indiano. \u201cEste ano temos uma marcha muito diversificada\u201d, explica Sofia Cruz.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, como se viu no Pavilh\u00e3o Atl\u00e2ntico, no Parque das Na\u00e7\u00f5es, sabe que, apesar de algum nervosismo, os alunos d\u2019A Voz do Oper\u00e1rio \u201cacabam sempre por surpreender\u201d. Com as meninas vestidas de alfacinhas e os meninos de oper\u00e1rios, as pombas com um ramo de oliveira v\u00e3o fazer parte da cenografia, inscrevendo a paz como um dos temas centrais desta marcha infantil.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Sofia Cruz, tem havido mais apoio na constru\u00e7\u00e3o dos elementos que comp\u00f5em a marcha infantil como os arcos. Por outro lado, o trabalho das costureiras foi determinante para que os fatos, com desenho de Nuno Lopes, estivessem no ponto. S\u00e3o cerca de 100 volunt\u00e1rios que dedicam uma parte dos seus dias para que tudo esteja pronto e para que as crian\u00e7as tenham a melhor experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as can\u00e7\u00f5es levadas, est\u00e3o duas in\u00e9ditas com letras de Ricardo Gon\u00e7alves Dias e Tiago Torres da Silva com m\u00fasica de Carlos Alberto Moniz e Carlos Alberto Vidal. Naturalmente, \u201cQueremos um dia que n\u00e3o vem no calend\u00e1rio\u201d ser\u00e1 cantada a plenos pulm\u00f5es pelas crian\u00e7as d\u2019A Voz do Oper\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Junho \u00e9 m\u00eas de Marchas Populares e de festa rija nos bairros de Lisboa. S\u00e3o as popula\u00e7\u00f5es da cidade, sobretudo quem a vive e lhe d\u00e1 vida todo o ano, as obreiras dos festejos. Mas, desde h\u00e1 muito, que n\u00e3o h\u00e1 marchas sem A Voz do Oper\u00e1rio. Desde 1988 que as crian\u00e7as da institui\u00e7\u00e3o abrem o desfile como aconteceu, agora, no antigo Pavilh\u00e3o Atl\u00e2ntico e como vai acontecer na Avenida da Liberdade. Representam as crian\u00e7as da cidade e \u00e9 o corol\u00e1rio de um extenso trabalho a v\u00e1rios bra\u00e7os de uma institui\u00e7\u00e3o que se ergueu durante mais de um s\u00e9culo atrav\u00e9s do esfor\u00e7o coletivo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Festa no Arraial d\u2019A Voz do Oper\u00e1rio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os arraiais d\u00e3o vida aos bairros de Lisboa durante o m\u00eas de junho e o arraial d\u2019A Voz do Oper\u00e1rio, na Gra\u00e7a, vai estar, uma vez mais, aberto a milhares de pessoas que v\u00e3o poder comer sardinhas, caldo verde, entremeadas e refrescar-se com imperiais ou vinho. A m\u00fasica popular com o Trio Nova Op\u00e7\u00e3o, na noite de Santo Ant\u00f3nio, vai agitar ainda mais a madrugada mais longa do ano (programa na \u00faltima p\u00e1gina). Entre 5 a 14 de junho, A Voz do Oper\u00e1rio tamb\u00e9m marcar\u00e1 presen\u00e7a, com um espa\u00e7o de comes e bebes, no Arraial de S\u00e3o Vicente, que decorre no Largo da Gra\u00e7a, juntamente com outro movimento associativo e institui\u00e7\u00f5es da freguesia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para al\u00e9m da Marcha Infantil, A Voz do Oper\u00e1rio vai ter o habitual arraial nas suas instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"author":153,"featured_media":9118,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[43],"tags":[],"coauthors":[89],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9116"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/153"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9116"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9116\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9253,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9116\/revisions\/9253"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9118"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9116"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9116"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9116"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=9116"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}