{"id":7982,"date":"2024-05-03T09:56:22","date_gmt":"2024-05-03T09:56:22","guid":{"rendered":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/?p=7982"},"modified":"2024-06-05T08:31:59","modified_gmt":"2024-06-05T08:31:59","slug":"a-liberdade-a-ser-trabalhada-no-dia-a-dia-e-o-25-de-abril-a-ser-relembrado-mais-uma-vez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/2024\/05\/03\/a-liberdade-a-ser-trabalhada-no-dia-a-dia-e-o-25-de-abril-a-ser-relembrado-mais-uma-vez\/","title":{"rendered":"A Liberdade a ser trabalhada no dia a dia e o 25 de abril a ser relembrado mais uma vez"},"content":{"rendered":"\n<p>Este ano, talvez n\u00e3o mais que em outros anos, temos dedicado tempo, empenho e vontade e trazer para juntos dos nossos alunos, pessoas que viveram, pensaram ou ajudaram na reconquista da Liberdade.<\/p>\n\n\n\n<p>A Liberdade \u00e9 uma palavra que, desde os mais pequenos em creche, aos mais velhos do 2\u00ba ciclo, entra no discurso, \u00e9 valorizada e vivida no dia-a-dia e todos eles, \u00e0 sua maneira, sabem o como \u00e9 bom temo-la e o quanto devemos a quem lutou at\u00e9 1974 por ela e, depois disso, todos os dias por mant\u00ea-la.<\/p>\n\n\n\n<p>Este ano temos tido muitas iniciativas, nas v\u00e1rias escolas. Conversas e entrevistas com pessoas que fizeram parte deste dia maravilhoso em 1974. Av\u00f3s, pais e amigos que nos contam como viveram aquele dia, na sua casa, no seu local de trabalho, nas ruas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em cada sala fazem-se escritas e desenhos de diversas formas que mostram como cada um deles sente a sua liberdade. Que contam como se pode viver e manter a liberdade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Distribuem-se cravos, a flor que a todos traz o sentimento de contributo para um Mundo mais justo, pela comunidade, pelos amigos e fam\u00edlias. Cada cravo entregue, seja na margem sul, na zona mais ocidental ou oriental de Lisboa, significa que valorizamos o andar na escola, valorizamos o poder falar e estar com quem queremos, valorizamos a diferen\u00e7a como algo libertador.<\/p>\n\n\n\n<p>Convidamos as fam\u00edlias a estarem na escola, para verem e ouvirem o que os nossos pequenos cidad\u00e3os t\u00eam para dizer e para mostrar sobre o modo como veem a sua Liberdade, enquanto alunos, filhos, irm\u00e3os, primos, netos e amigos.<\/p>\n\n\n\n<p>Fizemos um trabalho incr\u00edvel, que intitul\u00e1mos de exposi\u00e7\u00e3o itinerante dos 50 anos do 25 de Abril, em que cada espa\u00e7o educativo fez dois grandes cartazes e que todos juntos mostram bem por onde estamos e o que defendemos. Esta exposi\u00e7\u00e3o vai rodar por todos os espa\u00e7os educativos, permanecendo cerca de duas semanas em cada um dos espa\u00e7os, para que todos a possam ver.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma curiosidade sobre esta exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 que em cada passagem de escola, vai sempre um grupo de alunos (uma turma) levar a exposi\u00e7\u00e3o e passar o dia no outro espa\u00e7o educativo, assim como a passagem de testemunho que leva a liberdade de m\u00e3o em m\u00e3o, como algo muito precioso.<\/p>\n\n\n\n<p>Cantar e encantar \u00e9 uma das formas que temos de mostrar o que nos vai na alma, cantar para dentro e para fora, levar as can\u00e7\u00f5es que usamos para aprender m\u00fasica, hist\u00f3ria, portugu\u00eas e at\u00e9 matem\u00e1tica para espa\u00e7os onde, para al\u00e9m da nossa comunidade educativa, outros tamb\u00e9m as possam ouvir. Este ano cantamos na Pra\u00e7a Paiva Couceiro e no palco do desfile do 25 de Abril, no Rossio. Dentro das nossas escolas cantamos todos os dias, uns para outros, para n\u00f3s pr\u00f3prios e para quem nos quiser ouvir. A M\u00fasica \u00e9 sem d\u00favida, para n\u00f3s, algo que nos ajuda a passar a palavra que \u00e9 precisa: LIBERDADE.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O 25 de Abril \u00e9 uma data \u00e0 qual todos os anos damos especial import\u00e2ncia por sentirmos que, enquanto professores e educadores temos um papel de extrema import\u00e2ncia no relembrar e n\u00e3o deixar esquecer as conquistas de Abril.<\/p>\n","protected":false},"author":31,"featured_media":7983,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[43],"tags":[],"coauthors":[111],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7982"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/31"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7982"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7982\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8054,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7982\/revisions\/8054"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7983"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7982"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7982"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7982"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=7982"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}