{"id":7513,"date":"2024-01-09T11:00:40","date_gmt":"2024-01-09T11:00:40","guid":{"rendered":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/?p=7513"},"modified":"2024-01-09T11:00:40","modified_gmt":"2024-01-09T11:00:40","slug":"abril-de-novo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/2024\/01\/09\/abril-de-novo\/","title":{"rendered":"Abril de novo"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00c9 no ano que agora come\u00e7a que se vai assinalar os 50 anos da revolu\u00e7\u00e3o de Abril. H\u00e1 meio s\u00e9culo, as mulheres e homens da resist\u00eancia viam os primeiros rebentos das sementes lan\u00e7adas \u00e0 terra com tanta dor. Foram muitos os que lutaram uma vida inteira e morreram sem nunca ver a liberdade. Alguns deles, assassinados pelo fascismo. Muitos s\u00f3cios e dirigentes d\u2019A Voz do Oper\u00e1rio foram presos e torturados. Este jornal foi condicionado e silenciado in\u00fameras vezes pela censura.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, esta publica\u00e7\u00e3o vai dar \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o, aos seus obreiros e aos seus avan\u00e7os especial destaque ao longo destas pr\u00f3ximas 12 edi\u00e7\u00f5es. A \u00faltima p\u00e1gina dar\u00e1 sempre conta do que acontecia em cada m\u00eas h\u00e1 50 anos e, simultaneamente, ter\u00e1 um artigo para lembrar direitos sociais, econ\u00f3micos, pol\u00edticos e culturais conquistados ao longo do empolgante per\u00edodo revolucion\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Nem sempre cabem nas 16 p\u00e1ginas do jornal todos os acontecimentos e efem\u00e9rides a que gostar\u00edamos de dar destaque. Recordamos dois: a carnificina humana que o Estado de Israel leva a cabo contra o povo palestiniano em Gaza e os 65 anos da revolu\u00e7\u00e3o cubana. Para l\u00e1 de tudo isso, a imprescind\u00edvel vida associativa d\u2019A Voz do Oper\u00e1rio e a situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nacional, com elei\u00e7\u00f5es legislativas \u00e0 porta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O 15.\u00ba congresso da CGTP-IN vai tamb\u00e9m ser um momento de especial relev\u00e2ncia para as mulheres e os homens que trabalham em Portugal n\u00e3o apenas por se tratar da maior central sindical nacional. \u00c9 que esta \u00e9 a organiza\u00e7\u00e3o que est\u00e1 por detr\u00e1s da maioria das lutas que se travam no nosso pa\u00eds por melhores condi\u00e7\u00f5es laborais e sociais. N\u00e3o \u00e9 coisa pouca. E, ainda assim, \u00e9 uma realidade praticamente arredada da esmagadora maioria dos meios de comunica\u00e7\u00e3o apostados sobretudo em dar voz aos grupos econ\u00f3micos e financeiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Haver jornais, r\u00e1dios e televis\u00f5es, democr\u00e1ticos e plurais, que mostrem a vida dos trabalhadores e do povo \u00e9 algo que praticamente se apagou com a derrota da revolu\u00e7\u00e3o de Abril. Perante os perigos que se levantam, democratizar o jornalismo \u00e9 fundamental para defender os valores de Abril.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 no ano que agora come\u00e7a que se vai assinalar os 50 anos da revolu\u00e7\u00e3o de Abril. H\u00e1 meio s\u00e9culo, as mulheres e homens da resist\u00eancia viam os primeiros rebentos das sementes lan\u00e7adas \u00e0 terra com tanta dor. Foram muitos os que lutaram uma vida inteira e morreram sem nunca ver a liberdade. 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