{"id":3424,"date":"2020-05-04T10:55:11","date_gmt":"2020-05-04T10:55:11","guid":{"rendered":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/?p=3424"},"modified":"2020-05-04T14:18:34","modified_gmt":"2020-05-04T14:18:34","slug":"o-povo-e-quem-mais-ordena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vozoperario.pt\/jornal\/2020\/05\/04\/o-povo-e-quem-mais-ordena\/","title":{"rendered":"O povo \u00e9 quem mais ordena"},"content":{"rendered":"\n<p>Mesmo com uma grave crise sanit\u00e1ria provocada pelo novo coronav\u00edrus se v\u00ea que n\u00e3o estamos todos no mesmo barco como alguns tentam apregoar e, sobretudo, que n\u00e3o vamos ficar todos bem. Para al\u00e9m dos quase mil mortos e dos que tentam superar a infe\u00e7\u00e3o, h\u00e1 duas realidades que caminham paralelas e que n\u00e3o se tocam. De um lado, um milh\u00e3o de trabalhadores em layoff, quase 350 mil desempregados e 200 mil em assist\u00eancia \u00e0 fam\u00edlia. Do outro, grandes empresas que repartem lucros entre os acionistas e recorrem, sem precisarem, a apoios do governo para cobrir parte das despesas com sal\u00e1rios atrav\u00e9s da seguran\u00e7a social. <\/p>\n\n\n\n<p>Quando se assinalam os 130 anos do 1.o de Maio, parece cada vez\nmais evidente que h\u00e1 quem queira usar esta crise para todo o tipo de\natropelos aos direitos de quem trabalha. O crescimento do n\u00famero\nde sindicaliza\u00e7\u00f5es em estruturas da CGTP-IN, como revelou Isabel\nCamarinha, mostra que \u00e9 unidos e organizados que os trabalhadores\nse defendem destes ataques.\n<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 janela, o povo celebrou a revolu\u00e7\u00e3o que esmagou a ditadura fascista e abriu caminho a um processo de transforma\u00e7\u00e3o social que acabou bloqueado por quem nos governa h\u00e1 mais de quatro d\u00e9cadas. A paz, o p\u00e3o, a habita\u00e7\u00e3o, a sa\u00fade e a educa\u00e7\u00e3o foram bandeiras de uma luta que n\u00e3o via melhor defini\u00e7\u00e3o de liberdade do que pertencer ao povo o que o povo produzir. As conquistas de Abril s\u00e3o projeto de futuro e juntam-se \u00e0queles que em todo o pa\u00eds v\u00e3o dar voz \u00e0s reivindica\u00e7\u00f5es dos trabalhadores no 1.\u00ba de Maio. <\/p>\n\n\n\n<p>A Voz do Oper\u00e1rio \u00e9 orgulhosamente parte de uma hist\u00f3ria que nunca se vergou, nem nos momentos mais dif\u00edceis, em todo o tipo de desafios. Para al\u00e9m do esfor\u00e7o de fazer chegar o seu jornal a casa de todos os s\u00f3cios, a institui\u00e7\u00e3o prossegue o seu trabalho de dar apoio domicili\u00e1rio, de manter a cantina social aberta, de produzir material de prote\u00e7\u00e3o para os hospitais e de garantir, entre outras coisas, o permanente contacto com as centenas de crian\u00e7as que fazem parte dos nossos espa\u00e7os educativos. Tudo isto acontece porque trabalhamos de forma coletiva e por sabermos que s\u00f3 juntos tudo \u00e9 poss\u00edvel. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo com uma grave crise sanit\u00e1ria provocada pelo novo coronav\u00edrus se v\u00ea que n\u00e3o estamos todos no mesmo barco como alguns tentam apregoar e, sobretudo, que n\u00e3o vamos ficar todos bem. 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